02410nas a2200217 4500000000100000008004100001260003300042653002800075653001800103653001800121100001700139700001600156700001200172700001500184245010800199856009600307300000900403490000600412520176000418022001402178 2024 d bSouth Florida Publishing LLC10asequelas da Hanseníase10ainternações10aEpidemiologia1 aIgarashi ÁT1 aGonzaga PDV1 aLana SC1 aRocha ALDO00aImpacto clínico das internações por sequelas de Hanseníase: uma análise epidemiológica abrangente uhttps://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BJHR/article/download/73492/51422/181218 a1-100 v73 a
Internações causadas por sequelas da hanseníase refletem a persistência das complicações crônicas associadas à doença, mesmo após o tratamento da infecção inicial. Estas sequelas, que podem incluir danos neurológicos, deformidades físicas e problemas funcionais, frequentemente requerem cuidados especializados e hospitalizações prolongadas. Compreender a distribuição e as características dessas internações é essencial para aprimorar as estratégias de tratamento e reabilitação, promovendo uma gestão mais eficaz das sequelas e melhorando a qualidade de vida dos pacientes. Dessa forma, o objetivo desse trabalho foi descrever um panorama epidemiológico das internações causadas por sequelas da hanseníase no Brasil, no período de 2019 a 2023. Este é um estudo de séries temporais, que usou dados do Sistema de Informações Hospitalares (SIH) do DATASUS. Essa fonte abrangente oferece uma visão detalhada das internações causadas por sequelas da hanseníase no Brasil. As internações por sequelas de hanseníase mostram uma redução de 60% nos últimos cinco anos, indicando avanços no tratamento e reabilitação. No entanto, a presença significativa de internações de urgência revela desafios persistentes no manejo das complicações. A predominância de internações em homens pardos e na faixa etária de 40 a 59 anos destaca a necessidade de estratégias específicas para esses grupos. A alta proporção de internações eletivas sugere um gerenciamento planejado, mas casos de urgência ressaltam a importância de vigilância contínua e prevenção. Esses dados sublinham a necessidade de aprimorar políticas de saúde e intensificar programas de acompanhamento e suporte.